Ficha recebida

Construtor, você já sabe construir. Agora só falta construir pra você.

O próximo passo é uma conversa individual para ver se a construção especulativa encaixa na sua realidade: uma casa de alto padrão construída pra vender, alavancada por financiamento bancário, no lugar de mais uma obra pra cliente.

Não é sorte, é método
3 semanas
Uma casa construída pra vender
Terreno comprado e obra começada com o dinheiro do banco. Oito meses de construção, e a casa vendida em três semanas.
2 semanas
Outra casa feita para vender
Um ano de construção numa casa feita para vender. Vendida em duas semanas.
Em parceria
Financiamento acima do custo da obra
Outro projeto, em parceria com um amigo: o terreno entrou como parte do negócio, o financiamento aprovado ficou acima do custo estimado da obra, e o próprio banco liberou o dinheiro das parcelas durante a construção.

Esses são projetos do próprio Gustavo. A mão é a mesma de quando ele construía para cliente. O que mudou foi para quem ele constrói.

Onde você está agora

Você constrói bem, e o lucro fica com quem te contratou.

Quem vive de obra pra cliente conhece essa conta de cor. Ela chega sempre do mesmo jeito:

  • ×Você constrói sempre pro patrimônio dos outros e fica com a menor fatia
  • ×Precisa tocar três, quatro obras por ano pra ganhar bem, e vive no canteiro
  • ×O seu lucro tem teto: é o número de obras que você consegue tocar
  • ×A margem é apertada, e o cliente sempre puxa o preço pra baixo
  • ×Você sabe construir, mas nunca te ensinaram a pensar como investidor
O problema nunca foi a construção. É construir sempre para os outros. Não é falta de competência. Não é falta de dinheiro. É falta de modelo.
Construção especulativa

Cinco pilares, e a venda é pensada antes da obra começar.

Você não precisa de mais obra. Precisa de outro modelo. Tudo o que você já sabe de obra continua valendo, só que agora a seu favor.

1

Terreno e projeto validados

Terreno escolhido por liquidez, não porque achou bonito ou estava barato: lugar que vende e público que compra. E uma planta pensada para ser desejada, não só construída.

2

Financiamento com folga

O banco entra como alavanca, do jeito certo: o financiamento é estruturado acima do custo da obra, e essa folga cobre as parcelas durante a construção, sem sair do seu bolso mês a mês. Quanto o banco aprova depende do seu crédito e do projeto.

3

Execução com controle

A vantagem que investidor comum não tem: você sabe executar. Controlar custo e prazo, aqui, vira lucro seu.

4

Diferenciação de produto

Automação, jardim, lareira, piscina, acabamento superior. Casa comum disputa preço, e quando você disputa preço, mata a sua margem.

5

Saída planejada

Preço e posicionamento definidos desde o começo. Você vende, quita o financiamento, e o que sobra é seu.

Como funciona

Não é curso para assistir e se virar.

É o método com o Gustavo do seu lado enquanto você faz a sua primeira casa pra você. Você sai com o projeto andando, não com mais um PDF na gaveta.

Acompanhamento no seu primeiro projeto

Você não aplica o método sozinho. Aplica com quem já construiu pra vender, nas decisões que custam caro: terreno, financiamento, produto e venda.

Um ciclo de cerca de 12 meses por projeto

É o ritmo do modelo: uma única casa, um único ciclo. Ninguém aqui promete prazo que a obra não entrega.

Arriscado não é construir pra vender. Arriscado é construir sem método.
O que fica de pé

Cada decisão do seu projeto sai no papel antes de virar obra.

  • A conta do projeto. Se ele fecha no lucro, você enxerga antes de comprar o terreno
  • Terreno escolhido por liquidez. Lugar que vende e público que compra, não o terreno mais barato
  • Financiamento desenhado com folga. Estruturado para a folga cobrir as parcelas durante a obra, dentro do que o banco aprovar no seu caso
  • Projeto pensado para ser desejado. Planta e diferenciais que tiram a casa da guerra de preço
  • Custo e prazo sob controle. A sua experiência de obra trabalhando para o seu patrimônio
  • Saída planejada. Preço e posicionamento definidos no começo, não no fim
  • Cabeça de investidor. Você deixa de ser mão de obra do patrimônio dos outros
Antes da sua reunião

Isso não é para todo construtor.

É para você se

  • Você executa obra de verdade, com a mão na massa
  • Já teve lucro relevante numa obra ou toca duas ou mais obras por ano
  • Tem ou consegue terreno numa região que vende bem
  • Tem ou consegue relacionamento com banco para financiamento
  • Topa investir num projeto próprio e bloquear agenda para ele

Não é para você se

  • ×Você é só corretor ou curioso e nunca tocou uma obra
  • ×Você procura um curso para assistir e se virar sozinho
  • ×Você não está disposto a colocar um projeto próprio de pé
  • ×Você quer lucro sem risco. Obra tem risco, e o método existe para controlar esse risco
O que acontece na reunião

Uma conversa sobre o seu caso, e só sobre ele.

1

É uma conversa individual

Para avaliar, com honestidade, se o modelo encaixa na sua realidade de construtor. Nem todo perfil segue.

2

Separe esse tempo fora do canteiro

Na hora de marcar, combine um momento em que você consiga falar com calma, sem estar no meio da obra. A conversa é em cima do seu caso.

3

Chegue com três respostas na cabeça

Em que praça você construiria a sua primeira casa, se tem ou consegue o terreno e como está o seu relacionamento com banco.

4

Você sai sabendo se é para você

Se encaixar, você sai com o próximo passo. Se não encaixar, fica sabendo ali mesmo, sem enrolação.

Perguntas frequentes

Tire suas dúvidas antes da conversa.

Eu não tenho capital. Isso é para mim?

Você não precisa ter o valor da obra parado: o banco entra como alavanca, e o financiamento com folga existe para você não bancar a obra do próprio bolso mês a mês. Quanto o banco aprova depende do seu crédito e do projeto, e quanto você consegue movimentar é avaliado no seu caso. O que precisa ter é perfil de obra real e condição de tocar um projeto.

Construir pra vender não é arriscado?

Arriscado é construir sem método. Aqui o terreno é escolhido por liquidez, o projeto é pensado para vender, o produto é diferenciado e a saída é planejada desde o começo.

E se a casa encalhar?

Casa comum encalha, porque disputa preço. Produto diferenciado, bem posicionado e no preço certo para a praça vende. O problema nunca é construir pra vender. É vender a casa errada, do jeito errado.

E se o banco não financiar?

Pode acontecer, porque a aprovação depende do seu crédito e do projeto. Por isso o financiamento com folga é planejado desde o início, e o relacionamento com banco é um dos pontos avaliados no seu caso.

Nunca construí pra vender. Consigo?

Você nunca fez porque ninguém te ensinou. A parte mais difícil, que é construir, você já domina. Tudo o que você sabe de obra continua valendo, agora a seu favor.

Como funciona a mentoria?

O Gustavo ensina o passo a passo do modelo, ajuda você a aplicar na sua realidade e acompanha a execução do seu primeiro projeto especulativo. A estrutura completa é apresentada na conversa com o Gustavo.

Quanto tempo leva um projeto?

Um projeto especulativo roda num ciclo de cerca de 12 meses. Em um dos projetos do Gustavo, a obra levou oito meses e a casa foi vendida em três semanas. Ninguém aqui promete prazo que a obra não entrega.

Sou corretor. Dá para aplicar?

Esse modelo é para quem executa obra de verdade. A vantagem dele está justamente em saber construir e controlar custo e prazo.

Quanto custa?

O investimento é apresentado na conversa com o Gustavo, depois que ficar claro se o modelo encaixa no seu caso.

O próximo passo

Sua ficha chegou.

O próximo passo é uma conversa individual sobre o seu caso, e o contato para marcar vem pelo WhatsApp que você deixou na ficha. Para a reunião, chegue com três coisas separadas: em que praça construiria a sua primeira casa, se tem ou consegue o terreno e como está o seu relacionamento com banco.